I stay behind, watching the credits roll by. Roll, roll, roll right by me.

Hoje fui ao cinema e no fim do filme "Invictus" não consegui me levantar. Fiquei simplesmente a limpar as lágrimas e a ver as letras a passar à frente do nublado que eram os meus olhos. Cansaço, preocupações, azares, tristeza, inutilidade. Às vezes sinto que não consigo respirar normalmente. E que não tenho nada para dar. 
Sinto-me sozinha. 

Música: Bonnie McKee - Somebody

A light in the darkness been dreaming for so long

I'm looking for new opportunities. 
For a change of everything. 




Música: El Perro Del Mar - Change Of Heart

Filme: Up in the Air

Em qualquer altura em que esteja no Porto nunca dispenso uma ida àquelas que considero as melhores salas de cinema do País. O filme, claro, foi Up in the Air/Nas Nuvens. 
Entrei na sala com um atraso de quase 10 minutos. Pela primeira vez, que me lembre, atrasei-me para ver um filme. Não sei o que perdi, mas não foi muito pois percebi tudo a partir do momento em que coloquei os óculos. 
A que se deveu o atraso? 
Talvez a uma mochila demasiado pesada. :) 
E que trazemos nós na mochila do dia-a-dia? Para quem anda como eu, trabalho em Lisboa, estou um quarto do ano no Porto em trabalho, vou constantemente à Madeira e nem menciono as idas para fora do País, com a casa às costas, eu sei o que é meter na mala o mínimo, o indispensável.:) 
Tentamos sempre não nos preocupar com a família e não fazer dos problemas deles os nossos. Mas, e depois como é que nos sentimos integrados? Fazemos sempre o esforço em concretizar sempre o que nos pedem ou aquela pequenina coisinha que solicitaram, mas mais tarde apercebemo-nos que o facto de o termos feito não é assim tão importante e o acto que consideravámos relevante afinal é irrelevante. 
Temos um objectivo de vida. E quando o atingimos não sabemos como o celebrar, o que dizer ou sequer conseguir descrever o que estamos a sentir. Nem sabemos com quem deviámos ter partilhado a sensação de 'job done'.
E quando finalmente encontramos alguém que nos liberta, sem necessidades e sem planos durante uns momentos... conseguimos ser extremamente felizes. 
Mas, como tudo na vida, nada é eterno. E voltamos a sentirmo-nos sós, sem objectivo (esse já está cumprido), sem parceiro no crime e vemo-nos exilados na casa que odiamos estar. 
Que nos resta? Família e amigos. 
Porque no fundo, é essa a única bagagem que transportamos na nossa mochila. Seja qual fôr o destino e o contexto da viagem. 

É um grande filme, este Up in The Air.  Identifiquei-me com a personagem do Clooney.
 

 
The slower we move the faster we die. Make no mistake, moving is living. 

Música: Sharon Jones & The Dap-Kings - This Land is Your Land(ver vídeo)

And we'll collect the moments one by one

O fim-de-semana soube a pouco.




Música: Feist - Mushaboom

Como um pássaro de longe sou de uma terra distante

Recebi um email, do Leonel, com o assunto: "Votem no Grupo Seis po' Meia Dúzia para o Festival da Canção 2010." 
O Festival da Canção perdeu, para mim, a mística que tinha. 
Segui, na mesma, os links que vinham no conteúdo do email e deparei-me com esta linda música:

Votem na canção no site da RTP. :) 
Se querem saber mais informações sobre o grupo visitem o site do Grupo Coral do Estreito ou vejam os vídeos no Youtube.

Música: Seis po' Meia Dúzia - Passáro Saudade

In the darkness I listen to the melody that life plays

Algumas músicas tocam-nos directamente. Esta música tem essa capacidade. A cantora, essa, descobri-a através do WOMAD. :)
 Espero que gostem tanto quanto eu.

Música: Nneka - Stand strong

Filme: Fire

Depois de ver este filme transformei euros em libras e já cá tenho Fire e o Earth.
Mal cheguei a casa e depois de fazer o ponto de situação com a família, fiz chá e sofá, tv e dvd comigo.
Se achei Water um excelente filme, este é 5*. Realizado em 1996 nota-se uma grande diferença na realização quando comparado com Water que é dos mais recentes filmes da Deepa Mehta. Mas, a pureza de sentimentos, a emoção, a insatisfação com a situação, as questões sobre aquilo que deve ser e o que queremos, o desejo de simplesmente ser feliz e de ser amada, os deveres como mulher, enfim, ..., a dura realidade está lá.

Mais um filme que aconselho sinceramente. :) 



Somethin' filled up my heart with nothing

Qualquer família grande é sui genéris. Todos diferentes, mas todos iguais quando o assunto é um de nós. 
Numa ida de urgência ao Hospital Dr. Nélio Mendonça, a minha mãe acaba por ser internada e transferida, esta madrugada, para o Hospital dos Marmeleiros onde inicia hoje tratamento. 
Tratamento a quê é que não sei. Ainda. :(
Desde a um ano para cá que o estado de saúde dela só complica e tem sido o assunto mais discutido e que mais nos une a todos.

Uma parte de mim quer ir logo para a Madeira, mas a minha parte egóista quer manter os planos para o fim-de-semana. Preciso de desanuviar e se voltar à Madeira é prolongar a tristeza com que de lá vim. E sei que a minha presença não vai mudar em nada o estado físico dela. 
O meu pai foi vê-la e não conseguiu falar com o médico. A minha irmã e as irmãs da minha mãe vão lá à tarde ... e eu... vou aguardar o ponto de situação, das 17h, da minha irmã.
Música: Arcade Fire - Wake Up

Filme: Parlez-moi de la pluie

Hoje, depois do trabalho, subi a rua de São Sebastião da Pedreira para  iniciar a noite numa sala do cinema que mais detesto em Lisboa e onde está em exibição um filme que queria muito ver.
Parlez-moi de la pluie não é o melhor filme da Agnès Jaoui, mas coloca umas questões muito interesantes sobre as mulheres que decidem apostar na realização profissional tendo como consequência a falta de disponibilidade para ter filhos ou casar ou mesmo a não-vontade em realizar tais actos, coloca outras questões sobre as mulheres que conseguem ter a família de sonho e sentem-se infelizes, sobre as capacidades de lutar pelos sonhos, sobre os sonhos e sobre a capacidade em viver na ilusão do sonho.
Em cada uma das personagens falta algo! Falta sempre! Nunca estamos satisfeitos. Mas, como realizar essa insatisfação?

Em todas as sociedades, se nós mulheres estamos sozinhas querem-nos casadas quando as que estão casadas não estão satisfeitas com os maridos. E se nós mulheres fomos recentemente eleitas por um partido político é porque o conseguimos em virtude das quotas para mulheres e não por mérito próprio. Ah e se somos feministas activas e independentes é porque somos más.  Em todas as sociedades é igual. :(


Música: Georges Brassens - Les Passantes (ver video)

Filme: (500) days of summer

Para grande pena minha, Hangover ganhou o globo de ouro para melhor filme de comédia ou musical! :(

Depois da notícia de que este filme - (500) Days of Summer - não estrearia nos cinemas portugueses. Decidi fazer um backup e vi-o no PC durante as férias do Natal. 
Sim, porque em casa dos meus pais é quase impossível ver um canal que não seja SportTV ou TVI quanto mais um filme 'esquisito'.  Se não há futebol nem novelas ganha a PS2. Eu tive que me submeter à categoria de hóspede e meter-me no quarto com o portátil e phones. 
Com uma banda sonora diversificada e de excelente gosto. O Filme não é mesmo mais uma história de amor. Gostei de ver que fosse o homem o stalker e ela a pessoa da relação que tem dúvidas. Gostei imenso.
Deixo-vos um dos momentos que mais me marcou no filme:

 When expectations aligns with reality

Música: Regina Spektor - Hero (ver vídeo)

Filme: Where the wild things are

Numa das salas de cinema que mais gosto em Lisboa está um dos filme que me despertou a curiosidade da semana. Hoje fui ver o filme Where the Wild Things are
Amanhã devo conseguir ver o outro filme. :)
Where the Wild Things are não é um filme para crianças. É sim um filme sobre crianças, sobre a solidão de uma criança, sobre a vontade em querer brincar e não ter ninguém, é sobre rebeldia, sobre o desejo de sermos o/a rei/rainha da família.
O filme não me prendeu do início ao fim e até houve momentos em que achei que o filme não teria fim levando-me a divagar e a achar que um
possível final deveria ser algo semelhante ao final do livro A vida de Pi. Mas não, nada disso aconteceu. :(
O filme é visualmente muito interessante e não gostei do modo como acabou. Demasiado simples.
Valeu pela banda sonora.


Música: Karen O and The Kids - All is Love

And life goes past, again so near

Já não sou capaz de planear a minha vida a um ano. Talvez parte de mim não consegue se imaginar daqui a um ano. Não sei onde estarei, nem sei quem serei porque parte de mim é mutável todos os dias se tivermos em conta as circunstâncias.
Tenho uma espécie de planos para o próximo fim-de-semana.

E há menos de meia-hora, e por telefone, fiz planos, concretos, para o último fim-de-semana de Janeiro. Vou, pela primeira vez na minha vida, ajudar a comprar um vestido de Noiva. A minha amiga precisa de mim e diz que eu é que sou a pessoa ideal para ir às compras com ela. E porquê, perguntei eu? As razões dela passam pelo facto de conhecer bem a baixa lisboeta, porque acho que os vestidos de casamento são caros, porque acho as festas de casamento uma canseira, eu só vou lá pelos copos e convívio, e porque eu sou a única amiga dela que é bem capaz de lhe atirar um copo com água à cara se ela entrar em histerismos e choro... Rica descrição, heim!!!:)

Esta minha amiga é do grupo: namoradas de colegas de curso que se tornaram amigas do peito.

Por causa dela, já tenho planos concretos para daqui a 8 meses. Não posso perder o casamento dela. Não depois de tudo o que ela passou para ser aceite pela família do namorado. Ela com o seu coração de ouro venceu tudo e todos, sem medo! Em Setembro há casamento. Em Setembro tenho casamento na
Sapateira. :)




Música: Dove - There Goes the Fear

I have begun to ask for you, I who have no need

A minha avó sempre disse que o meu pai nasceu numa sexta-feira, 13.
O meu avô, com a bebedeira, dizem, foi ao registo e declarou-o como nascido a 15.

Embora muita gente pense que o meu pai é natural do Estreito, o meu pai é natural de Câmara de Lobos, é filho de um pescador de olhos castanho esverdeados e de uma doméstica linda de olhos azuis.

O meu pai, esta semana, celebrou 60 anos, 2 dias antes do dia que indica o cartão de cidadão. Não houve bolo, nesse aspecto sempre fomos iguais. O meu pai gosta de comemorar outras datas: a data em que conheceu a minha mãe; o dia em que regressou do ultramar; o dia do casamento; e os dias de nascimento dos filhos que é a chave do totoloto dele. :)

O meu pai é a pessoa em que mais confio neste mundo. É um poço de desejos e segredos, não denuncia nada nem ninguém. É de uma sabedoria e de uma moral que dá inveja. Tem força para encarar a doença da minha mãe com a sua frase preferida: tudo se resolve. O meu pai é a minha companhia, sempre que estou na Madeira, na ida ao café da esquina para tomarmos a bica depois do almoço. O meu pai não parece ter 60 anos, acho que só lhe dão a idade que tem porque sabem que tem uma filha velha como eu. :)

O meu pai só tem um defeito. É benfiquista ferrenho, é daqueles benfiquistas que irritam profundamente por saber a história toda do clube, nomes de treinadores, jogadores, datas de títulos, penaltís falhados, etc...
é pena. :)


Música: Leonard Cohen - Avalanche (ver vídeo)

Yeah, now ev'rybody's got a young lady at home that they love

Que é feito da insegurança da primeira vez, do calor humano, da cumplicidade entre dois seres, dos desacordos, das dúvidas, das mudanças de humor, dos toques sinceros, da frase: tu não estás a ouvir!, das circunstâncias da vida, do sorriso triste com o olhar a brilhar só porque viu certa pessoa aparecer, do bater forte do coração, das mãos a suar, da angústia de uma relação, enfim... de toda a panóplia de pequenas coisinhas que fazem uma relação crescer e amadurecer?

É que depois desta notícia, recebo isto na minha caixa de correio do gmail:
Sex for dummies? Bonecas robôt?
Chamem-me antiquada, mas adoro um bom abraço quente e sincero.



Música: George Harrison - Jumpin' Jack Flash/Young Blood

Hoy el viento ha torcido el paisaje

Foste tu quem me apresentou este grande grupo espanhol.
Obrigada.




Música: Pastora - Grandes despedidas

in this life i’ve seen everything i can see, woman

Sofria da ausência de paixão pelas coisas, pelos objectos, por assuntos e ao mesmo tempo era comum apaixonar-me por assuntos e amar platonicamente certos seres. Quando me apaixonava por coisas ou por pessoas queria-as sempre comigo. Achava que precisava disso para viver. Talvez achasse que não conseguia respirar se não as tivesse comigo. Era assim na vida pessoal e no traballho. Queria sempre fazer as mesmas coisas e aos poucos a minha felicidade enfraquecia gradualmente. Nada de novo acontecia. Era infeliz porque esquecia-me constantemente que nada é eterno e que nada é nosso no seu todo. Era mesmo de um egoísmo que até me esquecia do que realmente precisava e de mim.
E ao esquecer-me de mim esquecia-me de vós.
Aprendi com o tempo que para ser feliz preciso de mim e de sentir, à minha beira, alguém como tu.

Sem expectativas.
As despedidas são sempre complicadas e não devem ser expressões de cortesia. Devem ser grandes demonstrações de amor, carinho. Gestos de respeito e de admiração mútua. Porque nunca se sabe quando voltaremos a nos encontrar dispostos a reconstruir uma relação que de tão ideal acaba por ser genial.

Vou sentir a falta dos teus passos, do teu trautear, dos estalos com o pescoço, do abanar da perna, do teu sorriso e da sombra que fazias ao pé do meu portátil.



Música: Neil Nathan - Do Ya

Musicoterapia: Party

A Festa acabou. Estou animada com os projectos laborais e com os objectivos da empresa para 2010 e acho que estou preparada para o que está para vir.
Só que, com este frio, amanhã preciso é de coragem para sair da cama às 7h da manhã. :)


Música: St Vicent - Party

here in the moment we share, trembling between the worlds we stare

A Luísa e o Paulo passaram-me o seguinte desafio:

"Cada bloguista participante tem de enunciar 5 manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher 5 outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues o aviso de recrutamento. Cada participante deve reproduzir este regulamento no seu blog."


Como de algum modo já vos falei sobre
5 das minhas manias, vou escrever aqui outras 5!
Tenho o hábito de:


  • 1- Usar echarpes para proteger a garganta, mesmo no Verão;
  • 2 - Ler antes de adormecer;
  • 3 - Amarrar o cabelo durante o dia de trabalho;
  • 4 - Sentar-me com a perna direita por debaixo do rabo;
  • 5 - Durante almoçaradas/jantaradas, limpo sempre a boca antes de beber vinho. Odeio ter o copo sujo.

Não costumo passar desafios. Por isso, quem quiser aceitar... be my guest ;)

Música: AnaThema - Simple Mistake (ver vídeo)

Won't you come And wash away the rain

Imagem daqui.

As dificuldades surgem. Ponderam-se os prós e os contras. Tomam-se decisões. Ultrapassam-se certos obstáculos.
A conclusão de um assunto poderá ainda demorar.
O desenlace pode não agradar a todos mas é a melhor opção. O desfecho adivinha-se trabalhoso. Mas, os problemas resolvem-se. A mudança é necessária e há que diminuir a importância da questão. É necessário firmeza, energia e coragem para enfrentar a nova fase.
O único enigma é como é que de certo modo o desconhecido afectará o dia-a-dia.


Quando não podemos esperar temos que voltar para ver!


Música: Soundgarden - Black Hole Sun (ver vídeo)

We're the heirs to the glimmering world

Tristeza e alegria. Estes sentimentos são tão desiguais entre si que acabam por provocar a mesma reacção. A sensação de estar viva. De estar afecto a algo que não conseguimos descrever.
As palavras faltam-nos.
Os pormenores, os traços que percorremos para poder experimentar esta interligação entre o corpo, mente e alma projecta-nos para uma emoção que é de tão insólita como extraordinária e estranha. A emoção debilita-nos.
Dizem que todos os acontecimentos ocorrem na altura certa, no momento certo. Cada acontecimento é único. Sou adepta de que tudo é desigual entre si. A unicidade, a situação, a ocasião, o estado de espírito. São tantas as circunstâncias que tornam os eventos incomparáveis e excepcionais.
Alimento-me de acontecimentos únicos.
Gostaria que a minha existência fosse sempre feita de acontecimentos imprevisíveis, porém, o nosso passado e a vivência transporta-nos para momentos que de algum modo conseguimos prever. Conformar-se com uma situação estável mas não definitiva é antecipar certas ocorrências. Só não o profetizamos em voz alta com medo, mais uma vez o medo, de ferir susceptibilidades.


Adoro esta mini-história do filme Paris Je T'aime. Acho que de algum modo reflecte o que penso sobre a situação que estou a ver certas pessoas a passar.

Música: The National - The Geese Of Beverly Road (ver vídeo)

Hey Hey Hey Something ain't right

O Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos é calmo; pouco frequentado; alguns livros; mesas grandes e óptimas para trabalhar/estudar; cadeiras desconfortáveis; poucas tomadas de corrente a funcionar, no chão; muita luz natural; muito espaço desaproveitado; soalho inapropriado para um local tipo biblioteca; funcionários simpáticos e prestáveis; tem um snack-bar ao cimo das escadas; tem um WC limpo no fim das escadas; mas é frio. Sente-se o vento a passar ao lado por vezes a acompanhar o som das camionetas (aka autocarros), sente-se as chuvas a bater e como está mesmo numa pequena encosta é frio. Já vesti o meu casaco e não paro de abanar as pernas para aquecer as mesmas.

Vai mas é trabalhar para casa... Em casa dos meus pais já não consigo trabalhar. A casa não tem as energias que preciso. Talvez o que falta mesmo à casa dos meus pais é o vento a bater nas janelas, tal como sinto na minha casa do contenente, tal como sinto no meu open space do escritório de Lisboa ou no Porto. Faço sempre questão de me sentar ao pé de janelas. :)

Ou então sou eu que já não consigo ficar em casa dos pais muito tempo.



Música: Arcade Fire - Cold Wind

Sunday is gloomy, the hours are slumberless

Dia de visitar alguns presépios pela ilha.
Devido a uma pequena prova da O. no Complexo Desportivo da Madeira (Ribeira Brava) começamos a ronda quase à hora de almoço.

Tenho uma observação sobre o parque de estacionamento do próprio Complexo Desportivo é que não existe nenhuma sinalização a indicar a localização das máquinas de pagamento do parque e nem um único funcionário nas informações apesar de ter carregado n vezes no botão das informações que se encontra ao pé da entrada e saída do parque.
Apesar disso tudo, o parque é baratíssimo! :) as primeiras duas horas são grátis e a partir da 3ª hora só se paga 0.20€ por hora! Maravilha!

Após ter visto a O. a puxar pelas mais novas e a tentar impôr um certo ritmo e mais uma vez a ser a primeira, fomos à poncha à Serra D'Água!
Almoçamos no restaurante Brisa Mar no Seixal! Uma primeira vez aqui da Je. Só conhecia o restaurante de nome e de fama. Nunca lá tinha comido. Escolhi o único vinho madeirense que aprecio o Seiçal. Descobri este vinho este Verão numa almoçarada realizada no Porto Moniz.
Duas garrafas de vinho e algumas paragens depois dou por mim na Quinta Pedagógica dos Prazeres, Calheta. Outra estreia aqui da Je.
A visita aos animais dispenso numa próxima visita. No entanto, a casa de chá é aconchegante e o chá de hortelã um verdadeiro revigorante de energias ou calmante, como quiserem. No local vendem produtos naturais e até os vendem online. Ver aqui. Acabei por comprar uma compota de pêro da Ponta do Pargo. Adoro pêros. :) Deixei a zona dos Prazeres em êxtase depois de vermos algumas gravuras da Paula Rêgo na Galeria.

Passeamos um pouco mais e vimos mais uns quantos presépios, porém esses foram apenas um pretexto para 4 amigas passarem um bom tempo juntas. Acabamos o dia no sítio do costume. Na Pizzaria do Mercado do Estreito de Câmara de Lobos.

E ainda não consegui provar a ginja da Quinta do André na Quinta Grande. Dizem que é servido num copo de chocolate... *suspiro*. A ver se lá vou esta quarta-feira com a minha irmã.

From Madeira: Misc


Dados da foto:
Autor: eu
Data: 03-Janeiro-2010
Local: Seixal, Madeira


Música: Portishead - Gloomy Sunday (ver vídeo)

Filme: Sherlock Holmes

É a segunda vez que vejo o primeiro filme de Janeiro no MadeiraShopping.
Em Janeiro de 2009 vi o Austrália. Filme que vale pela presença, do meu namorado platónico, Hugh Jackman.
Este Janeiro de 2010 vi Sherlock Holmes.
Sempre tive as minhas suspeitas de que Watson é que era o verdadeiro génio da dupla, de que Sherlock só tocava violino para espantar os maus espíritos e tentar manter a sua sanidade mental.

Contudo, todas as séries e filmes sempre retrataram Sherlock como um ser arrogante, observador mas frívolo, e demasiado fiável no que respeita ao encontrar a solução para os crimes mas, também um pouco dependente de Watson. Sempre o achei Watson-dependente.


Elementar, pois é ver que este filme é e será um marco na história e uma grande interpretação dos livros do sir Arthur Conan Doyle. Sinceramente gosto muito mais desta versão que fizeram do Sherlock Holmes do que as séries dos anos 70/80.

Quero um Sherlock Holmes 2 em 2011. Pode ser?

Filme: Water



O meu objectivo em 2010 passa por uma viagem à Índia com a Elsita. Ao contrário do estudo sobre a cultura e tradições do país, os planos da mesma ainda se encontram num estado embrionário.

Na mesa de cabeceira encontra-se "O Tigre Branco" que só não se encontra mais avançado devido à Festa e ao meu objectivo de acabar de ver algumas séries e filmes.

Um desses filmes chama-se Water. É um filme indiano genial. Tem uma história linda e comovente sobre os direitos e deveres das viúvas nos longíquos anos 30 do século passado, na altura em que o Ghandi dividia o país. A história do filme é deveras impressionante se pensarmos que ainda hoje muitas viúvas ainda são tratadas como há 70 anos atrás.

Aconselho sinceramente.



Daqui a pouco vou ver o Sherlock Holmes ao Madeira Shopping. Serei grega e troiana?:)

Para cortarmos isto em dois e amanhã esquecer

No seguimento do VI Jantar de Bloguistas e twitteir@s da Madeira venho por este meio anunciar-vos que declaro aberto o concurso da Melhor receita de bolo de iogurte pelo período de 90 dias!




Condições do concurso:

  • A receita deve ser colocada como comentário a este post
  • As receitas devem ser colocadas por mulheres entre os 30 e 40 solteiras e de boas famílias.
As receitas estarão disponíveis, neste blog, para confeccção do público em geral.
Se o tempo e a disponibilidade o providenciar eu própria elaborarei as receitas que ficarão na short-list do concurso e tentarei entregar os bolos num evento a realizar com os diferentes elementos do júri oficial do concurso.

A autora da receita vencedora terá que enviar o seu CV à atenção da Provedora Sra Dra Marakoka para decisão final.

O prémio final é a possibilidade de poder elaborar a sua receita especialmente para um elemento do
júri do Concurso. :)


Música: Linda Martini - Dá-me a tua faca (ver vídeo)