Verdade de La Palice


Série : Halt and Catch Fire (2014 -?)



Baseada nos eventos que antecederam o nascimento dos portáteis, esta série é completamente viciante.
Vi durante a noite os dois primeiros episódios. E já estou agarrada.
Os esclarecimentos técnicos estão muito bem contextualizados e coerentes com o mundo informático. Já não me lembrava de ouvir a palavra "128k" ou uma explicação mais técnica de um simples brinquedo com teclado e voz.

Em relação aos actores, achei interessantíssimo ver o Lee Pace naquele papel, eu que tenho dele sempre a ideia doce de Pushing Daisies e adorei o pormenor de terem mulheres a falar do assunto e do nicho(?) que é o mundo da informática. 



A Banda Sonora está muito bem conseguida. 
A seguir com atenção.







Private post


Não gosto de lavar roupa suja em público, e muito menos de achar que posso ou devo meter-me na vida de alguém, mas quando há uma incapaz que não consegue comentar publicamente seja o que for mostrando falta de coragem em admitir a sua capacidade crítica em argumentar, fico furiosa. Fico furiosa, principalmente porque depois vai para o seu cantinho, protegida pelas regras falhadas de privacidade em que mostra a incoerência na personalidade e a incapacidade em lidar com o facto de eu ter continuado a minha vida, não ter inveja da vida dos outros, e não andar a chorar pelos cantos.

Acho que ainda não perceberam que a minha vida chega-me. Os meus problemas chegam-me. Não preciso de andar agarrada ao passado e ao mal que acontece a ex-pessoas do meu presente para poder sorrir.

Sou melhor que isso. Fico furiosa, falo com os meus botões mas depois passa. 



Audiobook: The Night Circus by Erin Morgenstern



Lido pela excelente voz de Jim Dale (o narrador de Pushing Daisies), acredito piamente que se o estivesse a ler, em vez de ouvir, acharia o livro monótomo.
Impressionante quando comparado com um outro livro - We Are All Completely Beside Ourselves - que já comecei n vezes e que devido ao tom monocórdico da narradora não consigo avançar nem ficar entusiasmada com o audiobook. Enquanto que com este, até quero chegar a casa e por os auscultadores.
Jim Dale tem o dom de dar vida própria às personagens.
Vale bem a pena. :) 




Filme: Family Weekend (2013)




O que me fez ver este filme

A Joey King, a menina da série Fargo. Depois da excelente performance na série tinha que descobrir mais do que anda a fazer. 

Li uma crítica em que a personagem no filme fazia referencia a um outro grande filme - A Clockwork Orange - e que isso foi suficiente para o crítico ver o mesmo. 
Fiz o que ele mandou, e valeu a pena. 


Não só pela premissa do mesmo, de tentar com com que os pais dêem mais atenção aos filhos, pelo filho que se assume gay só para agradar ao pai artista, pelo filho mais novo que nem fala, pela mais velha que se assume quase como uma segunda-mãe para os irmãos, como também pela filha do meio que comunica através de referências a filmes A Clockwork OrangeTaxi Driver, Reservoir Dogs , Dog Day Afternoon (imitando na perfeição o grito por Attica do filme). 

Todos com os seus problemas, todos com problemas em comunicar o que lhes vai nas veias. 


Transmite uma grande e bonita mensagem. Digno de ver em família. 




Filme: The Lunchbox (2013)



Gostei imenso do filme, mas ficou, para mim, muito aquém da tal comédia sentimental cheia de charme.
Na minha visão crítica, é graças a uma falha que dois desconhecidos descobrem o apoio que lhes faltava para encarar o dia de amanhã com um sorriso.
Através da troca de lancheira e usando a mesma para mencionar o erro, acabam por trocar informações e partilhar as suas vidas. E como em tudo o que é troca de sentimentos, duas pessoas que se sentem sós descobrem que basta ter do lado de lá alguém que os ajuda a sonhar para a esperança renascer.


Argumento simples, baseado nas entregas das Marmitas - dabbawalas - em Mumbai, que vale a pena ver. 

   

Férias Junho 2014 - 2/2 #02


Caminhadas. Mercado, almoços e jantaradas em restaurantes tailandeses, espanhóis, georgianos. Banhos húngaros. Afternoon Tea no Four Seasons. Muitas fotos. Algumas livrarias, poucos museus. Colocar a conversa em dia ao sabor de limonadas, acordar com ensaios de ópera, adormecer a ler. 
Descanso e um grande atraso de avião.  









Férias Junho 2014 - 2/2 #01


Excelentes dias passados com e l a s

Férias Junho 2014 - 1/2


Quatro dias inteiros.
Muitos beijinhos às sobrinhas, abraços curtos aos sobrinhos porque já são grandes e não querem estragar a reputação de macho man, birras, muitas birras, raios que as meninas são mais ariscas de aturar.
Assistir ao espectáculo Eco-Escolas da afilhada, matar saudades de uma amiga doida ... de várias amigas doidas, descansar pouco, dormir ainda menos, comer muito ao ponto de ter tido uma paragem de digestão e ter vomitado tudo.
Ter conseguido um grande feito, um grande momento para a história da família, uma foto dos seis sobrinhos, com todos a olhar para a máquina e sem nenhum a chorar.
Ter sido conduzida pelo mano mais novo - que tem apenas três dias de carta de condução - até ao Aeroporto.

Cansada, feliz e pronta para nova aventura.

Saída de Lisboa

Chegada à Madeira
O meu cone of silence
Praia Formosa
Aeroporto da Madeira, regresso a Lisboa.

Divagações #19


Imagem do site The Mind Travels


Uma fotografia consegue ter pelo menos três histórias. A do fotográfo, a do fotografado e a de quem vê a imagem. 

Esqueçam as ilusões ópticas, as ilusões criadas com perspectivas, as inesperadas. Uma imagem consegue ser completamente desconstruída quando se vê no que não existe o que queremos que exista.
A força do medo e a esperança de que o que não queremos que aconteça, aconteça de facto, para que possamos respirar de alívio e não nos culpabizar de algo, é superior à visão imparcial sobre a vida de terceiros.

Porque vivemos na era do Big Brother, todos assumem no que veêm a realidade sábia da ficção que escrevem. 


  




Série : Fargo (2014)





Já vai em 7 episódios de 10.
Falta pouco para um grande final.
Baseada em casos verídicos passados no Minnesota, a história adaptada pela FX prendeu-me à TV desde a sua premissa, adaptar os casos à história ficcionada do filme Fargo.

De excelente qualidade, com um elenco de luxo, o último episódio - o 7º - foi do melhor que já vi em TV. Dizem os fãs de Breaking Bad que está ao nível dos últimos episódios da mesma.  











"They´re just moments. They´re not life…" 2014#05



O pior de Maio? 
Quando um mês começa com a morte de um dos nossos, não há tempo para reflectir sobre outras más situações que nos acontecem, e que acabam por ser irrelevantes. 

O melhor de Maio? 
A adaptação do Mr. Eko a mim, ou melhor, a adaptação do 'meu eu' ao Mr. Eko. 
Gosto de organização e horários e, com ele a minha agenda tornou-se menos flexível. Agora tenho 'alguém' que depende mesmo a 100% de mim, alguém que mostra felicidade ao ver-me e que quer mesmo estar comigo. Ele tem feito de mim melhor pessoa.





Dados da foto
 Autor: eu
Data: 17 de Maio de 2014
Local: Lisboa