Das resoluções do ano 2012

Este foi o único mês do ano em que não falhei as três vezes por semana. :)

Earphone's on. Reality off #164

Daniel Rossen - Return To Form


April: You and me, it'd kinda be like cats and dogs.
Will Hayes: Oil and water.
April: Sand paper and bare ass.
Will Hayes: That's gross. 

 in movie Definitely, Maybe (2008)

Silence is Golden #78



Earphone's on. Reality off #163

Ane Brun - Do You Remember

You can't take a picture of this. It's already gone #06

do what you said the words she said left out 
over unto the sky where i'll soon fly 
and she took the time 
to believe in to believe in what she said 
and she made me love she made me love she made me love more 


Sharon Van Etten in Love More




Autor da Foto: eu 
Local: Lux Frágil, Lisboa, Portugal 

Data: 26 de Setembro de 2012


Uma destas fotos está no blog de um amigo com afinidades musicais (ver).   

Earphone's on. Reality off #162

Hoje é dia de concerto dela no Lux.
E eu vou lá estar.

Sharon Van Etten - Love More

Série: Treme - regressa hoje



A série com a melhor banda sonora de todos os canais televisivos, regressa hoje. 
:)

Earphone's on. Reality off #159

White Lies - Nothing to give

Filme: La vie d'une autre (2012)



Sugestão vinda directamente da França (é tão bom ter um irmão em terras francesas).


E se um dia nos apaixonássemos, tivéssemos uma noite louca com aquele que pensamos ser a nossa alma gémea e depois acordássemos anos depois, já com um filho, e a tratar do divórcio com a suposta alma gémea?

Marie acorda uma manhã quinze anos depois de ter adormecido e tem um choque. É um choque de expectativas porque o que planeou para o futuro pode não corresponder à realidade, porque o que tem na realidade está muito acima de todos os sonhos, porque apesar de a realidade ter trazido riqueza e bens materiais nunca dantes imaginados, a felicidade não faz parte da vivência e a frieza e o medo de demonstrar fraqueza ganha em largos pontos à espontaneidade das emoções. Esta não é a vida que Marie pensou ter, quando adormeceu. 

Com o objectivo de recuperar os anos que supostamente viveu na pele de uma mulher com a qual não se identifica, Marie é quem sempre pensou ser, mesmo quando os mais próximos estranham a mudança para a Marie de há dez anos atrás, e tem como objectivo reconquistar o marido e ser a mãe que sempre quis ser, mas que não foi enquanto dormia?/trabalhava para ser rica.

Com uma banda sonora fantástica e com uma cena interessante, e para mim comovente, ao pé da Estátua da Liberdade em Paris, este é um dos filmes que recomendo para os sábados de Outono que se aproximam.  

Filme: 2 Days in New York (2011)




Gostei tanto do 2 Days in Paris que as minhas expectativas para este 2 Days in New York estavam muito altas. Pouco depois do filme começar, percebi que seria mais do mesmo mas com crianças e com mais elementos da família. As cenas de que ela dormiu com toda a gente antes de encontrar o parceiro actual continua lá e a não ter a mínima piada. 

Para mim este é o primeiro filme da Julie Delpy que não aconselho. 


Completamente dispensável.
Agora fiquei com medo sobre o que virá aí com o Before Midnight. Questiono-me se o Before Sunrise e o Before Sunset não eram suficientes?
Por vezes, querem repetir o conceito e estragam a beleza da unicidade do tema.  




Filme: Une Vie Meilleure (2011)


A felicidade tem como efeitos secundários Sonhar. Sonhar ousadamente. Sonhar. Desejar. Sonhar. O sonho comanda a vida. A vida é comandada pela dependência de algo e o sonho pode até virar pesadelo. Mesmo no pesadelo, essa é a vida pela qual, e independentemente das decisões que tomamos para tornar o sonho realidade, lutamos. Essa é a vida que é um reflexo das nossas decisões, boas, más ou influenciadas por terceiros. Essa é a vida que vivemos no dia-a-dia. Uns dias pior, uns dias melhor. 
Este filme é cruel ao mostrar em apenas quase duas horas, a euforia da felicidade, a satisfação de um empréstimo obtido para conseguir concretizar um sonho, o desespero do desemprego e dos sentimentos quando se vêem consumidos pelo endividamento que acumula como o pó, e a luta em seguir em frente e mudar o sonho, em busca de uma vida melhor. 

Guillaume Canet está quase perfeito na sua interpretação.

Recomendo o filme. 

Filme: La délicatesse (2011)



A morte acidental de alguém leva sempre a um corte na dinâmica da vida, da felicidade, e durante um período, cuja duração depende de cada um, as prioridades são reavaliadas e evitam-se determinadas situações. E depois há um click, algo que acontece e que é imperceptível mas cujas consequências é o renascer de um sentimento, através de uma forma estranha de amar. 

Talvez dos filmes mais interessantes de Audrey Tatou dos últimos tempos. 
Imperdível para os todos os optimistas e esperançosos deste planeta, até ao infinito e mais além. 

Earphone's on. Reality off #158

Do melhor que se faz pelo Brasil.
Thiago Pethit - Devil in Me

Earphone's on. Reality off #157

Siouxsie And The Banshees - The Last Beat Of My Heart

exercite os seus abdominais durante 30minutos


Ao ver o episódio 3 da Season 6 de Absolutely Fabulous.

Foi absolutamente hilariante, o episódio sobre os Olímpicos. 


STEEEEEEELLLLLLLLLAAAAAAAAAAAAAAAAAA. 
:) 


Filme: Querida voy a comprar cigarrillos y vuelvo (2011)



O filme parte da premissa de que somos incapazes de regressar a dez anos atrás e viver esses mesmos dez anos com a experiência, a sabedoria e conhecimento adquirido até ao momento mas sem fazer uso dos mesmos.  
Se conseguir não usar tudo o que sei sobre o mundo de hoje no mundo de há dez anos atrás, o bónus é uma mala com um milhão de dólares.
Filme argentino muito interessante sobre a vida e a experiência que tiramos em todos os momentos do percurso que fazemos.
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Violet, Dowager Countess Grantham is back

 e adivinha-se um duelo de gigantes nesta season. :)

Countess: The groom never sees the bride the night before the wedding.
Martha: Nothing ever alters for you people, does it? Revolutions erupt and monarchies crash to the ground and the groom still cannot see the bride before the wedding.
Countess: You Americans never understand the importance of tradition. 
Martha: Yes, we do. We just don't give it power over us. History and tradition took Europe into a world war.
 
 in TVShow Downton Abbey S03E01

life is a game


Richard: Do you always play charades on Christmas night? 
Violet: This isn't charades, this is the game. 
Richard: Do you enjoy these games? In which the player must appear ridiculous? 
Violet: Sir Richard, life is a game in which the player must appear ridiculous

 (in TV Show: Downton Abbey Christmas Special)







Earphone's on. Reality off #156

Old man is back. 
:)
LINDO. 
Bob Dylan - Duquesne Whistle

Earphone's on. Reality off #155

Lykke Li - Possibility

Divórcio vs Um tempo de reflexão



Identitico-me com todas as palavras de Helena Sacadura Cabral quando anuncia o divórcio com o facebook. 

Eu sou mais fraca, eu uso o velho cliché: "Preciso de um tempo. O problema não és tu, sou eu!"
E como namorada cheia de saudades, caio por vezes na tentação e nos braços dele.  




Filme: Okuribito (2009)


Filme impressionante sobre o respeito que os orientais têm sobre o corpo de alguém que partiu. 
Daigo perde o emprego como violoncelista aquando do fecho da Orquestra para qual trabalhava e decide, com o apoio da esposa voltar à aldeia onde nasceu e cresceu. Dada a falta de ofertas de trabalho, Daigo aceita trabalhar para uma empresa que prepara o corpo de defuntos e apercebe-se que ao lidar com a morte e com todos os sentimentos que ela atrai, torna-se uma pessoa melhor, mais respeitadora da privacidade dos outros, mais calma e com mais sede de viver. 

Chorei imenso, chorei tanto ao ver as histórias dos diferentes defuntos e a identificar-me com cada uma delas na perda de um ente querido, que coloquei no meu calendário rever este filme daqui a um ano, para tentar perceber se o a saudade e o amor são sentimentos mesmo poderosos que nem morte vence. 
Banda sonora espectacular. 
 Long ago, before writing, you'd send someone a stone that suited the way you were feeling. From its weight and touch, they'd know how you felt. From a smooth stone they might get that you were happy, or from a rough one that you were worried about them.

Death and Post-Mortem Privacy in the Digital Age #03


Da invasão da privacidade, na era digital, poderia contar muitas mais situações pelas quais passei nos últimos tempos. 
Mas, a que me mais me chocou, foi o facto de alguém, que não respeitou o meu silêncio e invadiu a minha vida usando a minha melhor amiga, S. 
A S. é uma desconhecida para essa pessoa, a S. não é visível na minha listagem de amigos do facebook, a S. aparece comigo em algumas fotos e só os amigos mais chegados podem ver essas fotos. 

Esse alguém, que um dia sonhava ser mais que amigo, tem o meu número de telefone, tem o meu e-mail, pertence/pertencia à minha lista de amigos no facebook (se é que isso vale de alguma coisa),  fala comigo no twitter,  lê o meu blog!  Tendo ele tantos meios de chegar a mim,  o  que é que leva esse alguém  a invadir a caixa de mensagens da minha melhor amiga no facebook para perguntar sobre mim?

Essa pessoa teve que andar a pesquisar, perder algum do seu tempo para descobrir a S., essa pessoa teve o descaramento de escrever a uma pessoa que lhe é estranha para saber como é que eu estava após a morte do meu irmão. 
Essa pessoa não respeitou o meu silêncio e o facto de eu me ter fechado no meu cone of silence, na minha concha familiar. 
A S. , amavelmente respondeu, mas contou-me indignada e a questionar-me se ele é meu amigo, porque não falava ele comigo. 
Eu considerei que o que ele fez uma ENORME INVASÃO DE PRIVACIDADE e num momento de raiva e expontâneo explodi.  

E aquilo que lhe contei, conto aqui. 
Existem três coisas que devem saber sobre mim:
- Os meus pais são tudo para mim;
- Os meus irmãos, os meus sobrinhos e as escolhas deles para parceiro/as de vida, a minha família são tudo para mim;
- Os meus amigos, os que respeitam o meu cone of silence, são tudo para mim;

Tudo o resto é secundário. 
E se essa pessoa não soube respeitar o meu silêncio num momento de dor, também não saberá respeitar o meu ruído em momentos de felicidade. 






Death and Post-Mortem Privacy in the Digital Age #02


Viver num meio pequeno é sempre bom e é sempre mau. 
Como em todos os meios, há o prato da balança dos que respeitam a bolha de privacidade criada e há o prato da balança dos que vivem da dor dos outros, de controlar a vida dos outros, dos que vivem da vivência dos outros, dos que só conseguem contar histórias partindo de premissas falsas. 

Num meio pequeno, se uma casa é invadida, à noite, por bombeiros, e depois invadida por um médico legista e por um aparato policial, as notícias correm depressa. 
De repente todos queriam ver o que se passava e ninguém pensava na dor da família. 
O atrevimento e a ousadia na procura de informação é ilimitado, mesmo às onze da noite, houve até uma senhora, que deve ter sido noutros tempos choradeira, entrou pela casa adentro e destapou o saco onde o meu irmão estava e começou a gritar. A minha cunhada, que herdou com o casamento o nosso temperamento, agarrou na dita senhora e expulsou-a, expulsou-a à séria com direito a braço puxado e empurrão pela porta fora. 

Na manhã do dia seguinte já estávamos todos em casa dos meus pais e durante uma semana essa casa foi o nosso refúgio, o nosso cone of silence, a nossa concha, o nosso mundo. 
Se queríamos espairecer, íamos beber um café a 7km de casa. Se íamos a algum lado, íamos sempre acompanhados. Uma noite chegamos a ter que levar dois carros para ir até à promenade do Funchal, para fazermos uma corridinha.  Fazíamos tudo, no mínimo, aos pares de modo a que um protegesse o outro contra terceiros. 
O meio pequeno queria saber como estávamos a lidar com a morte de um de nós. E nós estávamos a lidar com a vida, sem a presença dele.

O nosso cone of silence nunca foi invadido. Além da família ninguém esteve lá em casa. 


Se a minha família já era conhecida por ser fechada, e guardiã da privacidade, depois deste acontecimento, soube que ficamos conhecidos por sermos controladores por não termos exposto a minha mãe ao funeral do filho, e insensíveis porque depois do funeral tivemos um pequeno convívio familiar e os vizinhos conseguiam ouvir, da rua, o barulho das conversas, dos gritos para a TV (nessa noite houve um Real Madrid - Barcelona), das gargalhadas geradas pelas brincadeiras que fazíamos com os nossos sobrinhos, ou da barulheira do ataque de riso que tivemos quando contei uma situação que tinha acontecido comigo nessa semana quando fui abordada por um rapaz que me fez sinal, quando estava a estacionar o carro perto de casa depois de ter passado a manhã na funerária para perceber que a razão do atraso no funeral era por causa da autópsia, que é obrigatória por causa do seguro de vida do crédito habitação. Pelos gestos que o rapaz fez, julguei que o rapaz queria falar sobre o local onde estava a estacionar, e baixei o vidro para poder falar com ele. E ele, perguntou se podia fazer alguma coisa para nos ajudar, a que respondi: "sim, se o seguro falhar, pode ajudar a minha cunhada a pagar os próximos 10 anos de crédito habitação?" 
Ele ficou a olhar para mim como se olhasse para uma maluca. Coitado teve o azar do dia ao ter-me encontrado naquele momento.


O meu pai disse que a ideia de ajudar no crédito habitação é de génio, que em em vez de dizer "Obrigada, não é preciso", devemos passar a dizer: "Ai sim, preciso que pague uma mensalidade do crédito habitação". E rimo-nos todos... entre minis, frango e bolo do caco, como o meu irmão gostaria que fosse... a continuar a ser normais. 
E a acreditar que a nossa normalidade é uma anormalidade para outros. 





Death and Post-Mortem Privacy in the Digital Age #01



Hoje em dia toda a gente tem, numa plataforma qualquer, um perfil online. Um perfil que permite partilhar as boas e as más notícias, as imagens que nos fazem felizes, passar horas em jogos, encontrar e re-descobrir amigos que algures no tempo perderam-se. Muitos desses contactos não têm qualquer interacção com esse perfil, e outros tantos só foram adicionados porque são amigos de um amigo e porque fica mal não adicionar. O meu irmão adicionava toda a gente como 'amigo'. 

Quando o dono desse perfil morre e a notícia se espalha, e num momento em que a família ainda está a lidar com a novidade, telefonam-nos porque souberam da notícia porque o mural do facebook do defunto estava a ficar cheio de mensagens ... mensagens, mensagens.

Nas horas depois da morte, tratamos logo de bloquear a possibilidade das pessoas escreverem no mural. Mais tarde, talvez uns dias tarde demais, e com mais calma, tratamos de guardar todas as fotografias que ele lá tinha para mais tarde organizar, e cancelamos a conta. 
No intervalo de tempo entre o dia do bloqueio do mural até ao dia da desactivação da conta, os amigos do defunto decidiram partilhar fotos do defunto, e de repente a família é invadida por mais um dilema: Como lidar com estas pessoas que não nos são nada, mas que de algum modo são algo para o defunto?  Essas pessoas começaram a enviar pedidos de amizade aos irmãos do defunto. 
De todas as pessoas que me pediram 'amizade', eu recusei. Não aceitei nenhum pedido de amizade e o meu irmão A. até eliminou o perfil dele.
Desde quando as regras da sociedade obrigam-me a ser amiga de pessoas que não são do meu mundo, do meu círculo? Não basta respeitar, ser simpatica, amável e tratá-la com educação? Tenho que a trazer para o meu circulo privado de dor? 

Será que é anti-social poder viver a morte em silêncio e na solidão familiar? 



Soltas #30


If I take death into my life, acknowledge it, and face it squarely, I will free myself from the anxiety of death and the pettiness of life - and only then will I be free to become myself. 

Martin Heidegger


You can't take a picture of this. It's already gone #05

Fraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaFraga da Pena
Fraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaFraga da PenaCactus at Piódão
Casal na Praia Fluvial do Vale do RossimLouva-a-Deus em Meda de MourosSukiRoses by the swimming pool


Autor das Fotos: eu
Vários locais: Meda de Mouros, Fraga da Pena, Piodão, 
Praia Fluvial Vale do Rossim EcoResort, Portugal
Datas: 08 e 09 de Setembro de 2012.

Earphone's on. Reality off #148

Original dos Smashing Pumpinks, estes senhores levaram esta música até a outro nível. 
The Civil Wars - Disarm

Caminho dos Pés Descalços


Na noite em que passei horas a conversar com um irmão para regressar à ilha com urgência mal dormi, mal dormimos. Nos dias seguintes quando adormecia acordava logo com o som de um irmão com insónias ou a silhueta do meu pai a tentar arranjar algo para fazer. Cheguei a acordar para verificar se a minha mãe, cheia de calmantes, respirava e estava bem. Todas as horas que passaram desde aquela hora em que ele partiu e recebi a chamada, até à hora em que chegamos a casa depois do funeral, foram feridas que se abriam no coração. 
Momentos recordados, sorrisos espelhados de saudade, o olhar triste para as fotos nas estantes da casa, o riso quando a filha dele fazia alguma asneira, a ilusão de que ele está ali a olhar por ela, a realidade de que ele já não está aqui por ela, a expectativa de que ela nunca esqueça o pai babado que tinha.
E o meu coração aumentava ... de amor por ela, ... de dor por ele, porque o dele falhou, o dele de 
tanto bater por amor, parou.

Numas dessas muitas horas em que o meu coração aumentava a cada batimento, as minhas melhores amigas pegaram em mim e levaram-me a almoçar fora e ao Caminho dos Pés Descalços
Se da primeira vez que lá estive fiz batota em vários trajectos, desta vez nada me pareceu difícil, nada me doeu, nada foi quente demais, nada foi frio demais, nada foi sujo demais. Tudo pareceu-me bem, tudo me fez bem. A dor do coração é maior que qualquer dor física. 

Agradeci o facto de ter amigas como as minhas (S. e O., realmente 26 anos de amizade traduz-se em poucas palavras e muitos gestos) e agradeci o facto de ter a família que tenho.  

Porque a mim só me resta continuar o caminho que ele iniciou, ao ter-me escolhido como madrinha da filha, pisando solo desconhecido, descalça. 


Documentário: Women are Heroes (2010)

Não sei se é do momento frágil pelo qual passo, mas este filme fez-me chorar. ...E rir, rir por ver mulheres que sofrem e que mesmo assim têm uma capacidade de superar todas as adversidades e contar todos os maus momentos pelos quais passaram como se fosse uma anedota.
Chorar por ver mulheres que lutam, lutam para que o sofrimento delas seja atenuado, lutam para que o sofrimento das outras seja menor, porque a luta contra o sofrimento,  ... não deve ser mendigada. A luta deve ser em conjunto.

A não perder.
Excelente documentário.  

You can't take a picture of this. It's already gone #04


It's always tea time.  

Lewis Carroll in Alice in Wonderland



Autor da Foto: eu
Local: Casa de Chá Colares Velho, Colares, Sintra,  Portugal
Data: 02 de Setembro de 2012.