O perigo da história única

Ao ouvir este discurso muitos eventos do meu passado surgiram no meu cérebro como se tivessem acontecido ontem. 
O meu 1º ano por terras continentais. Há quase 15 anos que fui caloira em Coimbra vinda de uma ilha do meio do atlântico. Foi a primeira vez que andei de avião. Eu, neta de um pescador e de um professor consegui ouvir dos meus novos colegas/amigos as maiores bárbaridades/piadas sobre os madeirenses. Eu, que tinha também uma imagem que os continentais eram os maiores. :) 
Ouçam com atenção. Vale a pena.
 

4 comentários:

  1. Vi este vídeo há uns tempos no blog da alice e fiquei fã. Tenho imensa curiosidade em relação aos livros desta mulher maravilhosa.
    E sim, percebo-te. Também tu muitas vezes foste açoreana, n'est pas? :)

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  2. Simplesmente espectacular. Há muito tempo que sei que tenho uma história única da Índia, só não sabia como lhe chamar!

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  3. WOAB: açoreana, algarvia ... mas, o melhor era a suposição de que viviámos todos em casinhas de Santana e que na ilha não havia água potável nem electricidade. :P
    Eu já li um livro dela, Half of a Yellow Sun, que por acaso é o único, que eu saiba, que ela tem traduzido para Português. Recomendo.
    Ontem encomendei mais dois dela no http://www.bookdepository.co.uk :)


    Kelle: Quero ler a tua história única da Índia. ;)


    Jinhos a ambas

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  4. Não é uma história única nada de especial! Simplesmente eu imagino a Índia aquele lugar onde as pessoas vão e se perdem para todo o sempre e nunca mais voltam, tal e qual D. Sebastião que nunca chegou a aparecer na manhã de nevoeiro. Eu sei, é estereótipo, preconceito, mas a Índia assusta-me.

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