2015 em Imagens
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2015 em Albums - Top 10
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| Alabama Shakes Sound & Color |
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| Iron And Wine & Ben Bridwell Sing Into My Mouth |
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| Sufjan Stevens Carrie & Lowell |
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| Blur Magic Whip |
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| Benjamin Clementine At Least For Now |
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| Sharon Van Etten I Don't Want to Let You Down |
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| Laura Marling Short Movie |
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| The Decemberists What a Terrible World, What a Beautiful World |
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| Tame Impala Currents |
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| Villagers Darling Arithmetic |
Nascidas a 10 de Dezembro
Ada Lovelace - 10 de Dezembro de 1815
Clarice Lispector - 10 de Dezembro de 1920
Mãe - 10 de Dezembro de 1951
Às três devo o que faço, o que penso e o que sou.
Música Advento 2015 #08
The Pogues Featuring Kirsty MacColl - Fairytale Of New York
Livro: Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo
Biografia Involuntária dos Amantes by João Tordo
My rating: 5 of 5 stars
Duas das partes que mais me marcaram:
"Que é feito de ti?"
Encolhi os ombros. "Nunca mais me vi. Se me encontrares, avisa-me."
"As pessoas perdem-se."
"É verdade."
Sorri.
(Página 414)
"Existirá um momento que defina o resto da nossa vida?
É uma questão estúpida e dotada de um enorme grau de hipocrisia, uma vez que se esse momento existir - (...) - é tão inútil perguntar por essa ínfima possibilidade como rezar a Deus para que aconteça. Aqueles a quem a sorte bafejou têm mãos a ingrata tarefa de explicar aos outros que esses momentos existem apenas para os que nunca se perguntaram por eles, ou seja o contrário do que estou a fazer neste instante. E se assim for, anulamos a possibilidade de uma teologia e entregamos a nossa vida às mãos do acaso, do impensado; da volatilidade a que somos condenados a partir do momento em que nos encontramos, sem qualquer razão plausível, neste mundo. Se o acaso impera, então nascemos por acidente, sem que nenhuma entidade divina nos projectasse; na ausência dessa entidade, o tal momento definidor das nossas vidas não pode ser procurado ou salvaguardado numa oração. Ao mesmo tempo, não existe qualquer teologia que nos aquiete. A que existe repousa na redundância: Deus criou-nos somente para regressarmos a Ele. Garante-nos a vida, mas não nos garante mais nada. E a vida é, por definição, uma caminhada absurda cujo final é sempre idêntico. Por que razão não nos deixou Deus em paz, ou seja, inexistentes? Nesta lógica incongruente, o Criador coloca-nos neste mundo à mercê de tudo o que é terreno, suculento e carnal, desafia-nos a experimentar e, no final, tira-nos tudo aquilo que nos deu. Reféns da teologia, somos uma piada de mau gosto; reféns do acaso, somos vítimas da ínfima possibilidade. Nesta miséria a que estamos votados, sentimo-nos incompletos e assaz melancólicos. A essa melancolia chamamos vida adulta." (Páginas 93 e 94)
É uma questão estúpida e dotada de um enorme grau de hipocrisia, uma vez que se esse momento existir - (...) - é tão inútil perguntar por essa ínfima possibilidade como rezar a Deus para que aconteça. Aqueles a quem a sorte bafejou têm mãos a ingrata tarefa de explicar aos outros que esses momentos existem apenas para os que nunca se perguntaram por eles, ou seja o contrário do que estou a fazer neste instante. E se assim for, anulamos a possibilidade de uma teologia e entregamos a nossa vida às mãos do acaso, do impensado; da volatilidade a que somos condenados a partir do momento em que nos encontramos, sem qualquer razão plausível, neste mundo. Se o acaso impera, então nascemos por acidente, sem que nenhuma entidade divina nos projectasse; na ausência dessa entidade, o tal momento definidor das nossas vidas não pode ser procurado ou salvaguardado numa oração. Ao mesmo tempo, não existe qualquer teologia que nos aquiete. A que existe repousa na redundância: Deus criou-nos somente para regressarmos a Ele. Garante-nos a vida, mas não nos garante mais nada. E a vida é, por definição, uma caminhada absurda cujo final é sempre idêntico. Por que razão não nos deixou Deus em paz, ou seja, inexistentes? Nesta lógica incongruente, o Criador coloca-nos neste mundo à mercê de tudo o que é terreno, suculento e carnal, desafia-nos a experimentar e, no final, tira-nos tudo aquilo que nos deu. Reféns da teologia, somos uma piada de mau gosto; reféns do acaso, somos vítimas da ínfima possibilidade. Nesta miséria a que estamos votados, sentimo-nos incompletos e assaz melancólicos. A essa melancolia chamamos vida adulta." (Páginas 93 e 94)
Música Advento 2015 #01
Sufjan Stevens-Put The Lights On The Tree
De viagens e outros assuntos #19
Recebi um email da easyJet a lembrar-me de um passado recente e de um futuro recheado de viagens já programadas.
Gostei imenso de ler estes pequenos pormenores.
Parabéns aos responsáveis pela campanha de aniversário da Easyjet.
Gostei imenso de ler estes pequenos pormenores.
Parabéns aos responsáveis pela campanha de aniversário da Easyjet.
Natal é com os que mais amamos
Para todos aqueles que ainda se surpreendem quando digo que vou passar o Natal com o meu Pai, com os meus...
A ler After You (Me Before You #2)
Li em 2014 um excelente livro, Me Before You. Coloquei-o no meu Top 10 do ano.
Esta semana descobri que a escritora escreveu uma sequela com base nas ideias que tirou ao rever o argumento da adaptação do livro ao cinema. Essa sequela chama-se After You.
Não está a ser tão bom quanto o primeiro, mas a vida é assim, depois de saborear o bem bom tudo o resto sabe a pouco.
Filme: Inside Out (2015)
9/10
Sinopse
After young Riley is uprooted from her Midwest life and moved to San Francisco, her emotions - Joy, Fear, Anger, Disgust and Sadness - conflict on how best to navigate a new city, house, and school. (retirado do imdb.com)
Opinião
A Pixar está a elevar a fasquia bem alta.
Tão bom que quando acabou dei por mim a imitar um dos meus sobrinhos: "outra vez".
Tenho medo de continuar a envelhecer
O Mundo é tão cruel e mau.
Tenho dias em que só quero voltar a ser a primogénita da minha mãe.
... da ajuda preciosa que ela dava;
... de saber que tudo iria ficar bem;
... do sorriso dela.
Tenho medo de continuar a envelhecer e de tudo o que vir ser pior do que já passou.
Tenho dias em que só quero voltar a ser a primogénita da minha mãe.
... da ajuda preciosa que ela dava;
... de saber que tudo iria ficar bem;
... do sorriso dela.
Tenho medo de continuar a envelhecer e de tudo o que vir ser pior do que já passou.
da morte...
29-08-1949
05-10-2015
Doença Prolongada.
Piorou com a morte de duas irmãs e da mãe, de um cunhado e de um sobrinho.
A minha família, do lado materno, perdeu seis pessoas em três anos.
Se eu estou que nem posso - farta desta fase em que os que amamos começam a partir - haviam de ver os meus tios e o meu pai.
Partiu o mais inteligente, o mais sarcátisco e o que mais livros leu, na minha família.
Estou a ficar cada vez mais vazia.
Série: Documentary Now! (Season 1 2015)
8/10
Sinopse
Documentary Now! is an American mockumentary television series on IFC, created by Saturday Night Live alumni Fred Armisen, Bill Hader, Seth Meyers, and Rhys Thomas, with Armisen and Hader starring in the series and Thomas co-directing.
Opinião
Em espécie de documentário e apresentado por Helen Mirren, esta série de apenas 7 episódios é uma comédia fantástica em jeito de homenagem à arte dos documentários. Vale a pena ver.
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